Preciso já ter uma rua escolhida?
Não. O estudo de rua existe justamente para essa etapa: entregamos o recorte da cidade, o campo nas duas ruas finalistas e a comparação escrita. Se você já tiver decidido, começamos pela vistoria do imóvel.
Os trabalhos das últimas temporadas, do pedido ao material de saída.
Lojistas atendidos nas últimas temporadas. As casas pediram para não aparecer com nome; o resto está como aconteceu.
| O pedido | O que fizemos | O que saiu |
|---|---|---|
| Escolher entre duas ruas do mesmo bairro | Contamos a passagem nos dois sentidos durante quatro dias e conversamos com três lojistas de cada quadra. | Relatório comparando as ruas e a recomendação com o motivo escrito. |
| Entender por que a segunda loja não engrenava | Acompanhamos um dia inteiro nas duas casas e comparamos a rotina praticada com a rotina que os sócios achavam que existia. | Procedimento de abertura, reposição e fechamento em oito páginas. |
| Avaliar um salão antes de assinar | Vistoria com ficha: a entrada de mercadoria dava para a mesma porta do público, e a rua tem carga e descarga proibida de manhã. | Ficha assinada, fotos datadas e a lista do que a obra teria de resolver antes da mudança. |
| Preparar a equipe para atender duas casas | Mapeamos quem sabe fazer o quê hoje e montamos a escala de sobreposição entre as duas lojas nas seis primeiras semanas. | Matriz de quem treina quem e o calendário de treino no balcão. |
| Levar a loja para um corredor de shopping | Comparamos o regulamento do empreendimento com a rotina da loja de rua e marcamos linha por linha o que teria de mudar. | Rotina adaptada ao horário do shopping e a lista de exigências do condomínio. |
| Escolher o ponto sem brigar com o estacionamento | Medimos a distância a pé entre as vagas públicas e cada uma das três vitrines candidatas, em dois horários. | Mapa de caminhada com tempos anotados e a ordem final dos imóveis. |
| Abrir com a mesma identidade da loja antiga | Levantamos o que existe de padrão — vitrine, etiqueta, uniforme, música — e escrevemos o que estava só na cabeça da dona. | Caderno de padrão visual da casa, com fotos do que fica e do que sai. |
| Decidir entre reformar ou trocar de salão | Orçamos a adequação item a item com fornecedores da própria cidade e comparamos com o que o outro imóvel exigiria. | Planilha de adequação por item e o parecer com a recomendação. |
Respostas curtas para o que aparece em quase toda primeira conversa.

Não. O estudo de rua existe justamente para essa etapa: entregamos o recorte da cidade, o campo nas duas ruas finalistas e a comparação escrita. Se você já tiver decidido, começamos pela vistoria do imóvel.
Sempre, e mais de uma vez. Metade do trabalho da segunda loja está em descrever a primeira: quase nenhuma casa tem no papel o que a equipe faz de memória todos os dias.
Nós, em campo, com o corretor junto e o dono ou alguém da confiança dele. A ficha sai assinada e com fotos datadas no mesmo dia.
O cronograma é refeito com a nova data e o que pode andar em paralelo fica marcado. A revisão é escrita e enviada, não combinada por telefone.
Dá, dentro do formato de trimestre. Fora dele, o trabalho de equipe depende da rotina descrita, e a descrição faz parte do preparo do ponto.
Nos primeiros dias de porta aberta e mais duas visitas nas semanas seguintes, com relatório escrito ao fim de cada mês do trimestre.
Mande o bairro que está na mesa e uma foto da loja que já funciona. Devolvemos, em uma página, o que olharíamos primeiro e quantas idas à rua isso exigiria.