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Consultoria de expansão para o comércio de rua

A casa: desde quando trabalhamos, quem somos e como conduzimos

Casa em atividade desde 2017, com sete pessoas, atendendo lojistas que vão da primeira para a segunda ou a terceira unidade.

Duas pessoas conferindo a planta de um salão comercial na mesa

A consultoria existe desde 2017 e atende um público bem definido: o lojista que já tem uma loja em pé e vai abrir a segunda ou a terceira. Comércio de rua, de galeria e de centro comercial de bairro, em vestuário, calçados, papelaria, pet, ótica e serviços de balcão.

Somos sete pessoas: três consultoras que fazem o campo e escrevem os manuais, um arquiteto que cuida da vistoria e do layout, uma pessoa de licenças e documentação, uma advogada de contratos e uma pessoa no apoio de cronograma. Quem começa o trabalho é quem fica até o terceiro mês de porta aberta.

O trabalho começa dentro da loja que já existe: passamos um sábado inteiro atrás do balcão antes de falar de endereço novo. Depois vêm o campo nas ruas finalistas, a vistoria dos imóveis e o calendário. Atendemos até seis lojistas por vez, porque o acompanhamento é presencial.

O que não fazemos: não procuramos imóvel por comissão, não somos despachante de licença, não contratamos equipe no lugar do lojista e não fazemos obra nem projeto executivo. Se a rotina da loja atual não puder ser descrita porque o dono não tem tempo de responder, dizemos que não é hora de abrir a segunda.

Descrever antes de repetir

A loja nova herda a rotina da antiga; se ela não estiver no papel, herda os buracos também.

Calçada se conta

Movimento de rua é número por faixa de horário, não impressão de quem passou uma vez.

Ficha assinada no dia

Vistoria que volta para o escritório sem assinatura e sem foto vira discussão depois.

Documento que a equipe usa

O material sai em pasta aberta, para ficar no balcão, não em apresentação de reunião.

Serviços

Quatro serviços, que correm em paralelo durante o trabalho

Cada um tem documento próprio, para que a equipe da loja consiga avançar em um sem esperar o outro. Podem ser contratados soltos, e o que entra no escopo fica escrito na proposta.

Estudo de praça e leitura do ponto

Recorte da cidade, campo nas ruas finalistas em horários diferentes, contagem de quem passa em cada sentido da calçada e vistoria dos imóveis com ficha: vitrine, depósito, banheiro, entrada de mercadoria, tomada trifásica e o que a obra precisa resolver.

Manual de abertura da unidade

A rotina que a loja atual executa de memória vira texto — abertura, reposição, troca, fechamento de caixa, arrumação de vitrine — e depois é adaptada ao que a rua nova permite, com o que muda destacado.

Requisitos do operador e contrato

Perfil de quem vai ficar na loja nova, documentos que o sócio ou gerente apresenta, obrigações de cada lado e minuta de contrato para o advogado do lojista fechar.

Cronograma de lançamento e primeiros meses

Calendário semana a semana até a abertura, com responsável por linha, e visitas de acompanhamento no primeiro, segundo e terceiro mês, cada uma com ata do que ficou pendente.

Trabalhos recentes

Pedido, trabalho e material de saída

Lojistas atendidos nas últimas temporadas. As casas pediram para não aparecer com nome; o resto está como aconteceu.

O pedidoO que fizemosO que saiu
Preparar a equipe para atender duas casasMapeamos quem sabe fazer o quê hoje e montamos a escala de sobreposição entre as duas lojas nas seis primeiras semanas.Matriz de quem treina quem e o calendário de treino no balcão.
Levar a loja para um corredor de shoppingComparamos o regulamento do empreendimento com a rotina da loja de rua e marcamos linha por linha o que teria de mudar.Rotina adaptada ao horário do shopping e a lista de exigências do condomínio.
Escolher o ponto sem brigar com o estacionamentoMedimos a distância a pé entre as vagas públicas e cada uma das três vitrines candidatas, em dois horários.Mapa de caminhada com tempos anotados e a ordem final dos imóveis.
Abrir com a mesma identidade da loja antigaLevantamos o que existe de padrão — vitrine, etiqueta, uniforme, música — e escrevemos o que estava só na cabeça da dona.Caderno de padrão visual da casa, com fotos do que fica e do que sai.

Conte o que está travando a segunda porta

Mande o bairro que está na mesa e uma foto da loja que já funciona. Devolvemos, em uma página, o que olharíamos primeiro e quantas idas à rua isso exigiria.